O dorsal mais supersticioso do ciclismo inspira o novo maillot da Red Bull para o Tour

Autoestrada 01/07/26 15:24 Migue A.

Red Bull-BORA-hansgrohe apresentou a camisa especial com a qual competirá no Tour de France 2026, uma edição muito simbólica para a estrutura alemã, que este ano disputará sua décima terceira participação na Grande Boucle. E precisamente esse número 13, tradicionalmente associado a superstições dentro do ciclismo, se tornou o elemento central do design.

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Red Bull-BORA-hansgrohe transforma o dorsal 13 em protagonista de sua camisa especial para o Tour de France 2026

A formação liderada por Remco Evenepoel e Florian Lipowitz usará um equipamento em que se destaca um enorme número 13 invertido que percorre praticamente toda a camiseta. O design é completado com um degradê que vai dos ombros brancos a um azul intenso na parte inferior, seguindo a mesma linha estética que a equipe também estreou em suas bicicletas para a volta francesa.

O número 13, entre a superstição e a história da equipe

Poucos números têm tanta carga simbólica no ciclismo como o 13. Há décadas é comum ver corredores colocar o dorsal de cabeça para baixo para tentar afastar a má sorte. Uma tradição que continua muito viva mesmo em uma época dominada por dados, tecnologia e preparação científica.

Red Bull-BORA-hansgrohe quis abraçar essa história e transformar o 13 no eixo de sua imagem para o Tour. Além disso, a equipe lembra que tanto Remco Evenepoel quanto Florian Lipowitz conquistaram sua primeira vitória profissional usando precisamente esse dorsal.

A própria formação também guarda boas lembranças associadas a esse número. Em sua estreia no Tour de France de 2014, foi a etapa 13 que permitiu ao então Bora-Argon 18 se apresentar ao grande público. Quatro anos depois, em 2018, a equipe conquistou uma vitória precisamente na décima terceira jornada de corrida.

A equipe considera que o número 13 representa também o caminho percorrido desde seus inícios como uma pequena estrutura convidada por wildcard até se tornar uma das equipes com aspirações reais à classificação geral do Tour de France.

Em 2019, outro dorsal 13 invertido acompanhou a formação em uma de suas campanhas mais bem-sucedidas, com Peter Sagan conquistando seu histórico maillot verde e a equipe registrando até então sua melhor atuação na luta pela geral.

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Por tudo isso, Red Bull-BORA-hansgrohe decidiu homenagear esse número em uma temporada especialmente importante para a estrutura. Um design que não passará despercebido nas estradas do Tour de France 2026 e que servirá para celebrar a décima terceira participação da equipe na corrida mais importante do mundo.

Este equipamento especial está à venda no site da equipe.

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