O CEO da Strava confirma sua saída para a bolsa
Além da polêmica com a Garmin em que a popular rede social esportiva se viu envolvida, o Strava continua sua evolução como empresa. Para garantir esse crescimento e atrair mais capital, acaba de anunciar sua abertura de capital mais cedo do que tarde, buscando superar seus concorrentes, incluindo o todo-poderoso Garmin.

Strava busca consolidar seu crescimento imparável com sua abertura de capital
Michael Martin, CEO do Strava, deu a entender que a abertura de capital da marca pode estar muito próxima, com o objetivo de captar novos investimentos que os permitam superar a posição de alguns de seus concorrentes, como a Garmin, com quem, nas últimas semanas, tem mantido uma acirrada polêmica com ameaças incluídas de cortar a conexão entre os aplicativos de ambas as empresas.
A abertura de capital "oferece um acesso fácil ao capital caso queiramos realizar aquisições de maior porte", explicou Martin, que já entrou em contato com grandes investidores como Goldman Sachs e JPMorgan para informá-los de suas intenções e convidá-los a investir no Strava.
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O Strava conta com uma média de 50 milhões de usuários ativos, praticamente o dobro da plataforma da Garmin, e atualmente se beneficia dos investimentos dos fundos Sequoia Capital e Jackson Square Ventures, sendo avaliada em cerca de 2,2 bilhões de dólares, um crescimento espetacular desde sua fundação em 2009, impulsionado principalmente pelo boom da corrida em todo o mundo.
Desde que Michael Martin assumiu a empresa, após deixar suas responsabilidades nos aplicativos conectados da Nike, outro concorrente do Strava, a empresa impulsionou seu crescimento por meio de novas ferramentas que permitiram consolidar as assinaturas pagas, além de outras receitas provenientes de patrocinadores. Também enfrentou investimentos como a aquisição dos aplicativos de treinamento Runna e The Breakaway.