O projeto secreto da Specialized para DH ou a Cannondale Scalpel são os protagonistas da segunda temporada de Race Bikes
A Warner Bros. Discovery reforça sua aposta no mountain bike com o retorno de "Race Bikes", a série documental que foca em algumas das bicicletas mais influentes do downhill e do cross-country. Após o sucesso de sua primeira temporada, a produção volta com quatro novos episódios que aprofundam nas máquinas, nos corredores e nas histórias que marcaram uma época.
Race Bikes retorna com uma segunda temporada centrada nas bicicletas mais icônicas do MTB
A nova temporada será exibida na Europa através da Eurosport, no Reino Unido e na Irlanda pela TNT Sports e também estará disponível sob demanda na HBO Max. O formato mantém sua essência, com o apresentador Ric McLaughlin à frente, explorando de dentro o desenvolvimento e a evolução de modelos-chave do MTB moderno.
O início chegará no dia 7 de abril com um episódio dedicado à Commencal Supreme de Loris Vergier, uma das bicicletas mais premiadas do downhill. O capítulo inclui entrevistas com Max Commencal na sede da marca em Andorra, trazendo contexto sobre como foi construída uma das referências da disciplina.
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As bicicletas são realmente mais caras ou apenas parece?
No segundo episódio, a série viaja ao passado para reconstruir o domínio de Aaron Gwin sobre a Trek Session 9.9 entre 2011 e 2012. Através do testemunho de Martin Whiteley, ex-gerente da Trek World Racing, revisita-se uma das etapas mais dominantes da Copa do Mundo, na qual Gwin conquistou nove vitórias e dois títulos gerais.

O terceiro capítulo muda de registro para se concentrar no cross-country com a Cannondale Scalpel e a figura de Jolanda Neff. A série analisa a evolução da marca americana até se posicionar no topo do XCO, ao mesmo tempo que revisita a trajetória da campeã olímpica.
O fechamento da temporada é reservado para uma das bicicletas mais enigmáticas do circuito atual, a Specialized Project Black de Loïc Bruni. Um projeto desenvolvido praticamente em segredo e que representa o limite tecnológico no downhill, sendo também a primeira bicicleta que o próprio McLaughlin pôde testar dentro do programa.
O próprio McLaughlin explica que o objetivo da série vai além das bicicletas. Ele aponta que cada modelo é o resultado de uma história humana, de decisões técnicas e de momentos-chave que levaram essas máquinas a se tornarem referências. A intenção é atrair tanto o aficionado experiente quanto aqueles que se aproximam do ciclismo a partir de uma perspectiva mais geral.
A primeira temporada alcançou 3,3 milhões de espectadores online, o que impulsionou a continuidade do projeto dentro da estratégia de conteúdos da WBD Sports. Além disso, a plataforma já oferece todos os episódios anteriores na HBO Max.
Este lançamento chega em um momento chave para o MTB, com o início da Copa do Mundo WHOOP UCI 2026 previsto para o dia 1 de maio em YongPyong, Coreia do Sul, marcando o retorno do circuito ao continente asiático após 25 anos. A WBD continuará oferecendo cobertura completa ao vivo e sob demanda, reforçando seu posicionamento como um dos principais atores na difusão do ciclismo de montanha.